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Por Luiz Mazetto

Quando a coordenadora-geral de Tecnologia e Segurança da Informação da Receita Federal do Brasil (RFB), Cláudia Maria de Andrade, terminou as faculdades de Direito e de Letras, cursadas de forma simultânea em sua cidade natal, São José do Rio Preto, no interior paulista, ainda nem passava pela sua cabeça fazer carreira na área de tecnologia.

“De jeito nenhum. Estava longe de ser o meu objetivo”, afirma a executiva, que está há cerca de 25 anos na estatal, onde começou a trabalhar como auditora por meio de um concurso público prestado após se formar. Ao longo desse período, Cláudia já passou por diferentes setores do órgão, além de ter feito especializações em Tecnologia da Informação e Administração Pública.

Segundo ela, o interesse pelo setor de TI surgiu à medida que descobria o potencial de impacto da tecnologia, tanto internamente, com melhorias de processos, quanto junto à sociedade, de forma geral. “Isso me fascinou”, afirma a executiva, que está há aproximada

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Por Kenneth Corbin, CIO/EUA

Em meio a um frenesi de inovações em automação de processos robóticos e Inteligência Artificial, os CIOs estão vasculhando suas empresas em busca de tarefas que possam ser automatizadas. Em uma pesquisa recente, a Consumer Technology Association descobriu que apenas 10% dos líderes de TI entrevistados não estão planejando automatizar nenhuma função nos próximos cinco anos. Isso significa que  90% das empresas pesquisadas planejam automatizar pelo menos algumas  funções de trabalho.

"A automação com a Inteligência Artificial está sendo valorizada não apenas pelas eficiências que proporciona, mas também pelas experiências possíveis", diz Bridget Karlin, vice-presidente de automação e CTO da Global Technology Services Business da IBM. "Você verá que está liberando tarefas mundanas que essencialmente permitem ao praticante ou à pessoa lidar com trabalhos mais interessantes"

Karlin insta os CIOs a pensarem estrategicamente sobre automação, entendendo que eles nã

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Por Silvânia Mendes

Aquela história de que quem faz sua parte corretamente não faz mais do que a obrigação começa a mudar de figura e ganhar ainda mais importância. Em um país com 61 milhões de inadimplentes, segundo dados da Serasa Experian, é fundamental criar programas que ajudem quem quer andar conforme a lei, mas, por algum motivo, acabou deixando alguma pendência com o governo. 

Está em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo o Projeto de lei Complementar Nº 25 /2017, que trata do Programa de Estímulo à Conformidade Tributária - “Nos Conformes”. A principal proposta do programa é favorecer o equilíbrio competitivo entre os que cumprem as obrigações tributárias em relação aos que não cumprem, e prestar ainda mais assistência e tratamento diferenciado aos contribuintes classificados em segmentos de menor risco de descumprimento.

Sob a óptica de gestão pública, o programa tem como foco a orientação, compliance fiscal e a redução de litigiosidade por auto de infr

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Por Gerald Kenney

Não importa o tamanho ou segmento da indústria em que sua organização atua, um programa efetivo de compliance corporativo é essencial para promover operações eficazes e impulsionar os resultados financeiros.

No entanto, empresas globais enfrentam desafios significativos ao alinhar suas políticas e programas de compliance com práticas comerciais locais, bem como cultura, comportamento e regulamentos. Você já se perguntou como essa prática afeta sua empresa?

O compliance corporativo é o processo que garante que a organização e todos os seus funcionários sejam informados e sigam as leis, regulamentos, padrões e práticas éticas que se aplicam à corporação. Adotá-lo como estratégia corporativa ajuda as organizações a prevenir e detectar violações de regras, evitando possíveis multas e ações judiciais. Portanto, um sólido programa de compliance permite que os funcionários trabalhem em conformidade e mantém um ambiente de confiança entre clientes, investidores e outras part

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Por Paulo Lowndes Dale

É incrível como as coisas mudam rapidamente hoje em dia. Avançamos cada vez mais rápido, seis meses em um, dez anos em um, e muito em breve, 100 anos em um. É a exponencialidade gerada pela velocidade de criação e armazenamento de informações e dados, rebatendo o conceito comum de linearidade. E quem melhor expressa esta tendência que o Jarvis, o supercomputador de inteligência artificial do Homem de Ferro? Como bem diz Peter Diamandis, co-fundador da Singularity University e incentivador de inúmeros projetos de tecnologia, em um futuro próximo, muitos de nós terão o seu próprio Jarvis com quem conversaremos sobre o tempo, o trânsito, as notícias de jornal, sobre lugares a visitar, ciência natural, e uma infinidade de outros temas. Detalhe, tudo online!

Mesmo parecendo previsões futuristas, hoje já temos várias evidências de como a tecnologia cognitiva está presente em nossa rotina. Já contribuem no auxílio em detecção e tratamento de doenças – câncer principalm

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2018: Como se preparar para as mudanças tributárias

Por Adão Lopes 

O ano está quase acabando, e devido ao turbilhão de mudanças propostas, aceitas e recusadas no caráter tributário nacional, em 2017, o ano novo virá com grande necessidade de atenção. Claro que todo ano há mudanças. Porém, a reforma tributária proposta pelo atual governo não foi só trazida à discussão e em seguida aplicada. Houve, e ainda há muitas retificações, impasses e indecisões. É justamente nesse momento em que mais se faz necessária atenção.

Nas empresas será preciso rever diversas leis e regras que regem processos cotidianos. Inclusive reuni, de informes oficiais e da comunidade contábil, alguns dos principais pontos em atual foco de atenção para os próximos meses. São recomendações de atenção a diversas leis, medidas e convênios, a qual o empresário precisa estar atento. No entanto, minha proposta é apresentar um preparo para essa lida, ao fim da listagem.

· Exigência do eSocial e EFD-Reinf, pelo Sped - mesmo sem afetar os tributos, ambos serão obrigatórios.

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NF-e 4.0: o que mudou e por quê?

Por Adão Lopes

layout das Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) irá sofrer uma nova atualização. A partir de 2 de outubro de 2017 passa a ser obrigatória, para o ambiente de produção, o modelo 4.0 do documento. Em julho, a nota já havia sido implementada para ambientes de homologação, e agora todos tem até 2 de abril 2018 para adequar suas emissões, quando o antigo modelo 3.10 será desativado.

Muitas coisas foram alteradas na nota, mesmo que, na maioria dos casos, isso não interfira na rotina do usuário final. As alterações geralmente são bienais ou anuais, e sempre vem para realizar adequações como novos campos incluídos, alterações em cálculos, dentre diversas necessidades que dialogam com as alterações legais, de impostos e do consumidor.

O mais interessante é que as mudanças são simples. Como esse é um programa que vem evoluindo, o que era genérico vai se tornando cada vez mais específico para atender a novas necessidades advindas da evolução econômica - e melhorar o que antes era fe

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Por Beatriz Neves

Aplicar mudanças profundas exigidas pelos sistemas governamentais e encarar os desafios dos requisitos tecnológicos exigidos pelo eSocial não é tarefa fácil para empresas de todos os tamanhos. De acordo com um levantamento realizado pelo Sindicato de Serviços Contábeis de São Paulo (Sescon-SP), 42% dos empresários ouvidos pela entidade indicaram que ainda existe uma grande barreira em relação ao eSocial e que é necessária uma maior conscientização por parte das organizações sobre a necessidade de mudança na forma de envio das informações.

As empresas que vinham trabalhando na implantação do eSocial, perceberam a dificuldade e a complexidade do programa, principalmente com a necessidade de submissão de eventos periódicos e não periódicos ao ambiente da ferramenta. Com a recente alteração do prazo final de implementação para janeiro de 2018 – para empresas com faturamento igual ou maior que R$ 78 milhões -, os próximos meses serão fundamentais para que as organizações

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Procura-se meio milhão de profissionais de TI

Por Vandriani Misturini

Empresa de Tecnologia da Informação procura profissional com ou sem experiência, formado ou estudante de cursos na área de TI para contratação imediata. Remuneração: a combinar. Benefícios: ambiente de trabalho moderno, flexibilidade de horários, possibilidade de aprendizado e participação em projetos que estão ajudando a transformar a sociedade.

Parece um anúncio de emprego ideal, não? Pra muita gente, uma vaga dessas é daquelas oportunidades únicas, que não se repetem e precisam ser agarradas imediatamente — e ainda será disputada por muitos concorrentes. Mas isso é só impressão.

Esse anúncio é fictício, mas poderia estar em qualquer lugar que ofereça vagas e dificilmente seria retirado pelo preenchimento dela. O motivo, surpreendente para a maioria dos profissionais de áreas distantes do mundo da tecnologia, seria a demanda por mão de obra com um perfil raro de se encontrar: o profissional ultraqualificado.

Para termos uma ideia do tamanho do buraco na lei d

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CIO, quem você quer ser quando crescer?

Daquele que tirava pedidos para o profissional que é parte dos negócios, a carreira do Chief Information Officer (CIO) passa por um processo de transição. Se antes seu perfil era altamente técnico, agora ele precisa ser estratégico para os negócios, falar o idioma de seus pares e viver de perto o dia a dia deles. Mas nem todos chegaram nesse estágio e alguns simplesmente querem repetir modelos de sucesso do passado.

O estudo Antes da TI, a Estratégia, da IT Mídia, endossa essa questão ao apontar que grande parte dos CIOs quer se manter na TI ou na posição atual e uma pequena parte busca ganhar mais influência na empresa. Afinal, quem o CIO quer ser quando crescer?

Na visão de Viviane Lusvarghi, CIO da Santher, empresa brasileira que produz papel, a mudança no papel do CIO não acontece porque muitas empresas ainda enxergam a TI como área de informática e processamento de dados. “Acredito que o responsável por essa mudança de visão é o próprio CIO. Precisamos ser pró-ativos, mergulhar no

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A expectativa de adiamento do início da entrega do eSocial foi recentemente confirmada pela Receita Federal do Brasil (RFB). E não há ainda um novo prazo para entrada em vigor dessa obrigação. Assim, como fica para as empresas?

“A expectativa é a de que o prazo deve ser postergado em um ano, ficando para 2018. Mas apesar da prorrogação, a próprio Receita alerta para a importância da rápida adequação ao sistema.  Segundo o governo, os motivos para prorrogação são variados, passando pelas turbulências políticas e a impossibilidade de que o cronograma fosse cumprido”, explica o gerente trabalhista da Confirp Consultoria Contábil, Fabiano Giusti.

O novo cronograma terá que ser fixado por meio de uma resolução do Comitê Diretivo do eSocial, que é composto pelos Secretários Executivos dos entes envolvidos. Na ocasião, deverá ser apresentada a versão final do MOS – Manual de Orientação do e-Social, a 2.2. Contudo, não deve haver grandes surpresas. Os técnicos da consultoria acreditam que as m

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Por Ana Paula Neves e Daniela Geovanini

Não é segredo e nem novidade para ninguém que a Receita Federal vem aprimorando sua tecnologia e metodologia para aumento da arrecadação. A Tecnologia trouxe ao Governo maior alcance, eficiência na identificação de violações e visibilidade das inconsistências das empresas no cumprimento de suas obrigações, tanto no que se refere à apuração dos seus próprios tributos quanto no que se refere à retenção dos mesmos. Os “Es” da Receita Federal (E-social, E-financeiro) e as demais escriturações eletrônicas (ECF, EFD Contribuições e IPI/ICMS, EFD Reinf) vem obrigando as empresas a adaptarem seus sistemas e processos para não incorrerem em custos de multas por autuações e custos jurídicos de defesa em eventuais processos.

 

Outra grande preocupação das empresas autuadas é a não obtenção da Certidão Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União (CND), que as impeça de realizarem negócios com qualquer entidade gov

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Pergunte a um CIO que ele ou ela pensa do CFO e você ouvirá que os chefes de finanças são obcecados por planilhas e orçamentos e não entendem ou não têm interesse em tecnologia.

No entanto, estudo da Deloitte revela que os CFOs estão fazendo perguntas incisivas sobre tecnologia, porque eles querem saber como manter uma infraestrutura estável que ajude suas empresas a crescer e criar vantagens competitivas.

Com a tecnologia desempenhando um papel maior na geração de valor para a empresa e no ganho de vantagem competitiva, é mais importante do que nunca que os CFOs colaborem estreita e eficazmente com CIOs.

“Eles estão tentando aprender e entender o que é preciso saber para garantir que as empresas estejam usando as plataformas certas para apoiar suas iniciativas de crescimento”, diz Ajit Kambil, diretor global de pesquisa do programa de CFO da Deloitte.

A realidade contraria queixas comuns dos CIOs que participam em painéis e e conferências da CIO.com, do Wall Street Journal, Forbes e,

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Por Heverton Gentilim

No atual momento fiscal brasileiro, no qual o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) já é uma realidade e todas as informações fiscais estão interligadas, a fiscalização está cada vez mais acirrada e as empresas precisam adequar-se a esta nova realidade para evitar a exposição ao risco fiscal.

Pesquisa recente realizada pela multinacional holandesa Wolters Kluwer Prosoft, contemplando 2.124 empresas contábeis em todo Brasil, revela que 64,1% dos escritórios ainda desconsidera a utilização de ferramentas tecnológicas para evitar a possibilidade de seus clientes caírem na malha fina do Imposto de Renda. A constatação é um bom exemplo de como o uso de ferramentas de TI ainda é preterido pelas empresas para a realização de seus processos junto ao Fisco.

O investimento em tecnologia e inovação tornou-se crucial para proporcionar credibilidade e precisão aos negócios, melhorando significativamente a produtividade. Um dos maiores desafios que a entrega dos arqui

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Por Roger Maia

Uma das áreas mais sensíveis aos resultados de toda organização é sem dúvida o Departamento de Recursos Humanos. Afirmar isto é óbvio, nós sabemos! É ‘chover no molhado’! Mas como todo o óbvio, geralmente se vê muito do RH na empresa, mas pouco se ‘enxerga’ dele.

É lá que tudo começa e infelizmente é também lá que tudo termina. O primeiro colaborador da empresa começa lá, é registrado lá, depende de lá e nunca se afasta de lá. E se ‘lá’, as coisas não vão bem, é também ‘lá’, que tudo vai acabar. Incluindo o último funcionário que fica para ‘apagar’ a luz, quando a empresa fecha.

Mas, e ‘lá’, como está? O trocadilho do ‘lá’ é proposital, mas é realmente lá, no RH que tudo precisa ser administrado, tratado, medido, registrado, processado e agora com o eSocial, o ‘lá’ vai ter que informar diariamente, isto mesmo, diariamente; ao governo tudo que acontece ‘lá’, no RH. E como dito, tudo do seu negócio, passa por lá.

Alguns itens ainda não temos ideia como serão resolvidos.

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Por Edmir Teles

O e-Social é um arquivo magnético exigido pelo governo federal. Mas, o que o governo pretende com o e-Social, ou melhor, o que ele vai fazer com os dados que irão compor os arquivos magnéticos de todas as empresas do Brasil? Não só das empresas, mas da pessoa física também. Porque o empregador doméstico, por exemplo, também tem obrigação com o e-Social.

A começar com o cadastro do empregado, as informações solicitadas chegam a detalhes a respeito do cidadão que, juntas, em um único banco de dados, darão ao governo ou a quem delas se apoderar uma visão que extrapola a imaginação de qualquer sociólogo ou antropólogo, tendo em vista a riqueza e quantidade de dados.

O modelo é tão completo que não será preciso mais Censo do IBGE para levantamento socioeconômico da população brasileira. É só fazer um “select” na base desses dados e pronto: tem-se a figura real de uma situação. Uma foto instantânea do povo em uma região, um estado, uma cidade, um bairro, etc.

Imaginem uma fic

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