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transformaçãodigital (6)

Por Don Schuerman

Os esforços voltados para a transformação digital das empresas devem envolver a colaboração entre lideranças e equipes. Em 2020, as falhas em projetos de Inteligência Artificial em andamento ficarão visíveis. O sucesso será das corporações que unem automação de processos digitais e a experiência do consumidor, garantindo que as ‘promessas’ feitas sejam cumpridas. Para tanto, centros de ética para IA serão criados, para que a tecnologia seja utilizada com transparência e empatia com os clientes. Confira os principais aspectos dessa transformação:

• Construindo pontes para lidar com a lacuna cultural: A transformação digital, nas empresas, requer colaboração entre líderes, funcionários e equipe de TI. Em 2020, essa mudança cultural e ascensão para uma mentalidade colaborativa será tão essencial como a própria tecnologia. As organizações analisarão com seriedade a cultura da transformação digital (DX) e intensificarão os esforços para adaptar toda equipe e cultura intern

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O que a TI nos reserva para 2020?

Por Juan Pablo Jiménez

Nos últimos anos as mudanças tecnológicas aceleraram de maneira exponencial. Tanto em nossa vida pessoal quanto nas empresas, parecia que nunca poderíamos ter a “tecnologia mais recente” porque novos produtos e atualizações surgem quase que imediatamente. Mas, em 2020, confirmaremos que a corrida não deve ser pela tecnologia mais recente, mas sim pela que realmente contribui para uma melhoria real das operações comerciais e garanta uma melhor experiência do trabalho para as pessoas, o que resultará em maior produtividade, melhor atendimento ao cliente e um maior compromisso com a empresa. Tudo isso, claro, sem descuidar da segurança dos dados. Acredito que, em 2020, veremos:

Fim da moda da ‘Transformação Digital’
Nos últimos anos as empresas começaram a incorporar novas tecnologias com o desejo de “transformar”. No entanto, muitos acabaram com processos mais complexos e sem conseguir ver mudanças reais em seus negócios. O fim da moda chegou. Em 2020 veremos claram

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Á medida que o mundo evolui com a 4ª revolução industrial, o ambiente corporativo também está mudando — e exigindo novas habilidades dos funcionários. Daqui a cinco anos, por exemplo, de acordo com o World Economic Forum, 35% das habilidades que hoje são consideradas essenciais vão mudar.

Já no próximo ano, a 4ª revolução industrial vai exigir uma série de tecnologias: aprendizado de máquina, biotecnologia, genômica, inteligência artificial, robótica avançada e transporte autônomo. É, portanto, importante ficar de olho nas novas habilidades que serão exigidas pelas empresas: 

1. Alfabetização de dados
O combustível da 4ª revolução industrial: dados. As empresas que não usam algoritmos, ficam para trás. Portanto, as corporações devem empregar funcionários com qualificação na área. 

2. Pensamento crítico
Serão valorizados os funcionários capazes de julgar a qualidade das informações, como discernir quais são confiáveis, falsas ou propagandas. Os profissionais serão responsáveis em avaliar

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Por Dinheiro Vivo (Portugal)

Tribunal declara ilícito despedimento de trabalhadora substituída por robô

Uma sentença publicada hoje por um tribunal espanhol considerou ilícito o despedimento de uma trabalhadora de um grupo hoteleiro da Gran Canária cujas funções foram substituídas por um robô, avança o jornal espanhol El País na edição desta quinta-feira. O tribunal decidiu que a extinção do contrato de trabalho foi injustificada, considerando que um robô não pode substituir um empregado unicamente para reduzir custos. O juíz Javier Ercilla sublinha que não se pode pôr em causa o direito ao trabalho para “aumentar a liberdade da empresa”, e que não ficou provado que o grupo atravessava dificuldades. O acórdão distingue este caso, em que há “a substituição de um trabalhador por um instrumento”, de outras situações, em que os equipamentos de produção se tornam obsoletos. “É o caso, por exemplo, da passagem das câmaras analógicas a digitais, que fez desaparecer o trabalho de revelação”,

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Por Celso Braga

Muito se fala da indústria 4.0, mas no Brasil ainda temos que caminhar por mais cinco a 10 anos para viver esta experiência. Ainda nos falta o básico, a internet 5G, por exemplo, e, sem ela, não é possível viver a automação plena das máquinas e conectá-las com controles centrais. No caminho já em curso, a automação das linhas e máquinas refletem o primeiro passo frente à indústria 4.0. A boa notícia é que temos agora tempo para formar profissionais para atender a essa demanda futura.

8 aspectos do profissional da indústria 4.0

1) É capacitado em tecnologia;

2) Mindset digital;

3) Integra elementos digitais às atividades no cotidiano;

4) É fluente em idiomas - no mínimo em inglês, língua que conecta boa parte do mundo digital;

5) Tem gosto por aprender. Não se incomoda em lidar com coisas que não sabe, pois são estímulos para um novo salto de aprendizado;

6) É flexível e menos convencional na hora de pensar em solução de desafios;

7) Não liga para hierarquias. Se

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Parecia transformação, mas era silada (sic)

Por Marcelo Trevisani

“A transformação digital sem o impacto de negócios é paralisia seguida de irrelevância, seguida de um declínio doloroso e lancinante, seguido de morte”. Essa frase do Cesar Gon, fundador e CEO da empresa em que trabalho, tem martelado na minha cabeça. Pois ela diz, em apenas três linhas, muito, ou tudo, do que tem feito grandes – e relevantes - empresas falharem em seus processos de transformação, todos os dias.

Áreas de inovação, departamento de inteligência de negócio, investimento em pesquisa e desenvolvimento, time de transformação digital... muitas das iniciativas dessa equipe começam assim: como iniciativas. Em salas fechadas. Com pessoas pré-determinadas. Todas escolhidas a dedo por terem o ‘tal-do-mindset-digital-que-tanto-precisamos’. Esses profissionais se dedicam, montam processos, apontam dedos, reconhecem os erros, levantam bandeiras, engajam os demais. Mas nada acontece. A iniciativa perde força, perde patrocinador, perde significado dentro da corp

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