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indústria40 (5)

Por Don Schuerman

Os esforços voltados para a transformação digital das empresas devem envolver a colaboração entre lideranças e equipes. Em 2020, as falhas em projetos de Inteligência Artificial em andamento ficarão visíveis. O sucesso será das corporações que unem automação de processos digitais e a experiência do consumidor, garantindo que as ‘promessas’ feitas sejam cumpridas. Para tanto, centros de ética para IA serão criados, para que a tecnologia seja utilizada com transparência e empatia com os clientes. Confira os principais aspectos dessa transformação:

• Construindo pontes para lidar com a lacuna cultural: A transformação digital, nas empresas, requer colaboração entre líderes, funcionários e equipe de TI. Em 2020, essa mudança cultural e ascensão para uma mentalidade colaborativa será tão essencial como a própria tecnologia. As organizações analisarão com seriedade a cultura da transformação digital (DX) e intensificarão os esforços para adaptar toda equipe e cultura intern

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O que a TI nos reserva para 2020?

Por Juan Pablo Jiménez

Nos últimos anos as mudanças tecnológicas aceleraram de maneira exponencial. Tanto em nossa vida pessoal quanto nas empresas, parecia que nunca poderíamos ter a “tecnologia mais recente” porque novos produtos e atualizações surgem quase que imediatamente. Mas, em 2020, confirmaremos que a corrida não deve ser pela tecnologia mais recente, mas sim pela que realmente contribui para uma melhoria real das operações comerciais e garanta uma melhor experiência do trabalho para as pessoas, o que resultará em maior produtividade, melhor atendimento ao cliente e um maior compromisso com a empresa. Tudo isso, claro, sem descuidar da segurança dos dados. Acredito que, em 2020, veremos:

Fim da moda da ‘Transformação Digital’
Nos últimos anos as empresas começaram a incorporar novas tecnologias com o desejo de “transformar”. No entanto, muitos acabaram com processos mais complexos e sem conseguir ver mudanças reais em seus negócios. O fim da moda chegou. Em 2020 veremos claram

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Por Carlos Peres

As empresas que melhor souberem utilizar a transformação digital e a inovação certamente irão se diferenciar dos concorrentes e transformar a experiência do cliente. No entanto, estimular a mudança está provando ser mais desafiador do que nunca. São as pessoas, não os sistemas, que impulsionam processos inovadores. É isso que os executivos precisam entender para, de fato, entrar na era da Indústria 4.0.
Uma pesquisa da PwC, com 188 CEOs do setor de bancos e mercado de capitais (BCM) em vários países, mostrou que as organizações desse setor que tentaram introduzir inovações tecnológicas, como automação de processos robóticos (RPA), blockchain e inteligência artificial (AI), sem ao mesmo tempo simplificar e racionalizar seus processos centrais, fracassaram. A pesquisa da área de BCM é parte da 21th Global Annual CEO Survey, que reúne as opiniões de mais de 1200 executivos dos EUA, Canadá, América Latina, Europa, África, Oriente e Ásia-Pacífico.
 É essencial que o líder sa

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“O contador não vai desaparecer”

Por Fabrício Santos
Comunicação CFC

Com o tema “Inteligência Artificial e Tecnologia a Serviço da Contabilidade e da Auditoria”, o professor Miklos A. Vasarhelyi, da Rutgers University, Nova Jersey, EUA, ministrou a palestra magna do seminário, que foi coordenada pelo vice-presidente Técnico do CFC, Idésio da Silva Coelho Júnior.

Ao apresentar o palestrante, Idésio disse que “a tecnologia traz muitos benefícios, mas também muitos desafios”. Segundo o vice-presidente, “não existe gestão pública ou privada, ou recolhimento de impostos, e não existiria o mundo como nós conhecemos sem o uso da Contabilidade”.

O professor Miklos, por sua vez, concordou com o vice-presidente do CFC ao afirmar que “a Contabilidade não  vai acabar, muito pelo contrário. Medição e aferição são essenciais em qualquer atividade comercial e pública. O que o profissional  da contabilidade tem que fazer é contribuir para o aperfeiçoamento dos sistemas contábeis existentes”, pontuou .

O palestrante fez uma abordagem s

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Como será o trabalho do futuro?

Por José Pastore

O impacto das novas tecnologias sobre o emprego e a renda é um dos temas centrais das discussões do Fórum Econômico Mundial de Davos neste ano. A preocupação é geral. Multiplicam-se os estudos que antecipam uma grande destruição de empregos e de renda em decorrência da automação e da inteligência artificial na execução não apenas de tarefas repetitivas, mas também das intelectuais e até emocionais.

A velocidade das inovações nos dias atuais é estratosférica. A cada dia novas tecnologias dispensam milhares de seres humanos e reduzem a renda de outros tantos. O que fazer? Ninguém sabe. Mas há muitas opiniões. Uma delas prega simplesmente não fazer nada porque, a exemplo do que ocorreu na primeira revolução industrial, os empregos a serem criados superarão os destruídos.

No extremo oposto estão os que enfatizam as peculiaridades das tecnologias modernas que, ao contrário das antigas, são quase autônomas ao provocarem utilizações não antecipadas com desdobramentos inesper

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