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Conforme publicado no DOU, de 10/04/2013, Seção 1, página 23, o PROTOCOLO ICMS 36,de 5 de ABRIL de 2013, altera o Protocolo ICMS 03/11, que fixa o prazo para a obrigatoriedade da escrituração fiscal digital - EFD.

Os Estados de Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários da Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação, reunidos em Ipojuca, PE, no dia 6 de abril de 2013, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional, Lei n. 5.172, de 25 de outubro de 1966, e no § 1º da cláusula terceira do Ajuste Sinief n. 02/09, de 3 de abril de 2009, resolvem celebrar o seguinte:

PROTOCOLO

Cláusula primeira O parágrafo único da cláusula segunda do Protocolo ICMS 03/11, de 1º de abril de 20

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Para 69% das PMEs do Brasil, TI é crucial

Outros percalços são a burocracia governamental e a forte regulamentação ao setor empresarial no país, que obtiveram 50% das respostas.

 

Gláucia Civa // quarta-feira, 28/11/2012 11:09

No Brasil, 69% das empresas ouvidas para uma pesquisa encomendada pela SAP ao The Economist consideram o uso da TI como prioridade para crescer nos próximos 12 meses, sendo que para 31% o aumento do investimento na área estrá entre as três principais medidas para 2013.

 

Para 71% das companhias ouvidas, a inadequação ou desatualização dos sistemas internos de TI são vistas como barreiras para o crescimento.

Outros percalços são a burocracia governamental e a forte regulamentação ao setor empresarial no país, que obtiveram 50% das respostas.

Já para 36% das PMEs pesquisadas, a falta de programas de governo para estímulo ao setor é empecilho para crescer.

“Os empreendedores e as PMEs são atualmente responsáveis por 20% do PIB nacional e respondem por mais de 60% dos empregos existentes”, afirma a vice-pr

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O Plenário do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), reunido na tarde desta quarta-feira (6/12), aprovou a Resolução CFC nº 1.418/1 que institui a Interpretação Técnica Geral (ITG) 1000 - Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. A ITG 1000 visa desobrigar esse conjunto de empresas da adoção da Norma Brasileira de Contabilidade Técnica Geral - NBC TG 1000 - Contabilidade para PMEs (equivalente a IFRS para PME), permitindo-lhes adotar um modelo simplificado para a escrituração e elaboração de demonstrações contábeis.
 
A vice-presidente Técnica do CFC, Verônica Souto Maior, esclarece que todas as Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo CFC são aplicáveis a todas as entidades, independentemente do seu porte, volume de negócios ou segmento econômico. Ela explica que em 2009  com a revogação da NBC T 19.13  que tratava da escrituração contábil simplificada para microempresas e empresas de pequeno porte, este conjunto de empresas passaram a ser normatizadas p
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SPED impõe desafios para o crescimento das PMEs

O principal objetivo da Receita Federal ao criar o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), foi o de melhorar a arrecadação, a partir de um raio-x do movimento financeiro nas empresas. Muitas mudanças ainda estão por vir, já que somente 40% das obrigações fiscais foram implantadas. A EFD Social para emissão da Folha de Pagamento, por exemplo, já entra em vigor em 2013.

De acordo com Marco Antonio Pinto de Faria, presidente do Grupo SKILL, para cumprir as obrigações do SPED, as empresas precisam investir em sistemas de gestão integrado, que faz o controle de processos de forma segura e auxilia na tomada de decisões. “Há muitos empresários que entregam o SPED em branco, partindo da premissa de que os dados podem ser enviados depois ao Fisco. Daí, a importância de se entregar as informações corretas, para se evitar futuras autuações”, alertou o executivo, durante encontro com empresários da região de Campinas e Sorocaba, promovido pela Uppertools, parceira de negócios do grupo.

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Por Guilherme Meirelles | Para o Valor, de São Paulo

Apesar da obrigatoriedade expressa pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) em 2010, a adoção das normas contábeis IFRS (International Financial Reporting Standards) pelas pequenas e médias empresas (PME) caminha a passos lentos no Brasil. A norma baixada pelo CFC, conhecida como CPC-PME, estabelece que as pequenas e médias empresas devem apresentar as demonstrações financeiras de acordo com os padrões internacionais até janeiro de 2013 por meio de um modelo simplificado chamado "IFRS-PME".

Porém, grande parte das companhias ainda não procedeu os ajustes necessários. Por ser um órgão regulador sem poder de fiscalização junto às empresas, o CFC não pode multar as companhias que não se adequarem às novas normas contábeis. Eventuais punições podem atingir apenas os contadores, em casos onde for comprovada má fé ou desrespeito às normas do IFRS.

Para os padrões contábeis, o critério de pequena e média empresa segue a Lei 11.638/07, q

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Uma estimativa da Fenacon revela um aspecto preocupante em relação às micro e pequenas empresas: cerca de 70% delas não fazem a contabilidade adequadamente.

 
O cenário é crítico porque na contabilidade são gerados os dados importantes sobre o negócio, seus custos e despesas, como rentabilidade do capital investido, capacidade de pagamento de dívidas, entre outras informações relevantes.

 
Conhecer a fundo a situação econômico-financeira da empresa é condição fundamental para o empresário que quer ver seus negócios crescerem, já que as informações contábeis são pré-requisitos estratégicos para a tomada de decisões gerenciais.

 
“Embora a cultura dos empresários com relação a isso já esteja mudando, muitos ainda encaram a contabilidade como uma obrigação, e não como uma ferramenta de gestão”, avalia Valdir Pietrobon, presidente da Fenacon.

 
A gestão contábil de um negócio pode parecer complicada para muitos empresários de pequeno porte – especialmente os de primeira viagem – por isso, cont

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Por Antônio Carlos Pedroso Siqueira

 

As empresas vêm passando por uma série de mudanças, especialmente nos aspectos relacionados à forma pela qual devem apresentar suas demonstrações contábeis. Sem falar, é claro, nos aspectos relacionados às informações e declarações obrigatórias a ser feita às entidades fazendárias.

Neste breve comentário irei ater-me - exclusivamente - aos aspectos relacionados com a forma de elaboração e apresentação das demonstrações contábeis aplicáveis às sociedades de pequeno e médio portes.

Já houve muitas alegações, inclusive com base "em leis" que garantem a desobrigação das pequenas e médias empresas apresentarem suas demonstrações com o mesmo nível de complexidade exigido das grandes empresas em geral.

Cuidado! Essas aparentes facilidades (menor trabalho, menor necessidade de pessoal especializado, etc.) podem representar dificuldades na continuidade operacional de sua empresa. Pelas seguintes razões, listadas de forma bem simplificada:

  • sem uma demonstração con
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Por Levi Gimenez

Dia 05/10 foi o dia do empreendedor, ou a data daqueles que assumem riscos objetivando gerar riqueza, ou realizar-se exercendo determinada atividade econômica, normalmente, com fins lucrativos. Comemoraremos esta data colaborando com a gestão de suas empresas através da contabilidade como instrumento decisório, mais precisamente sobre Estoques.

Como já salientamos em artigos anteriores os riscos são muitos e a maioria das empresas abertas é descontinuada em menos de três anos, estatística a ser alterada positivamente se as empresas tiverem um foco maior em gestão tem como principal instrumento a contabilidade.

Nos últimos anos as pequenas e médias empresas ganharam notoriedade, uma  imprensa especializada em pequenos negócios, divulgação de cases de sucesso, cadernos periódicos em jornais de grande circulação, programas na televisão além de trabalho realizado por entidades de classe e pelo SEBRAE, que por sua vez percebeu a mudança do ambiente econômico, o amadurecime

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O prazo para a aplicação do novo padrão contábil para as pequenas e médias empresas, o IFRS (International Financial Reporting Standards), em vigor desde janeiro de 2010, vence em janeiro de 2013. Apesar do largo período para adequação, poucas empresas cumpriram a determinação baixada pelo Banco Central e regulamentada por portaria do Conselho Federal de Contabilidade, o CFC. E, em caso de fiscalização, poderão ser multadas.

O processo de convergência obriga todas as empresas brasileiras e órgãos da Administração Pública a adequarem suas Demonstrações Financeiras para o padrão Internacional, destacando que as Pequenas e Médias Empresas possuem uma norma internacional compilada e sintética (IFRS PME), mas que traz os mesmos conceitos da norma integral. “O ritmo desta convergência é ditado pelos Órgãos reguladores, que adotaram procedimentos diferentes”, acrescenta Luís Fagundes, gerente da FTI Consulting, empresa de consultoria de negócios global que se dedica a ajudar as organizações a

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Por Maria Clara Lima | AGÊNCIA SEBRAE

As micro e pequenas empresas (MPE) do setor de Tecnologia da Informação (TI) terão agora uma consultoria específica para a gestão tributária dos negócios. Uma iniciativa do Sebrae na Bahia, em parceria com a regional da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-BA), oferece 30 vagas para empreendimentos da área.

A gestora do projeto de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do Sebrae na Bahia, Sami Melo, conta que a demanda pelo programa partiu dos próprios empresários e que as ações vão auxiliar no planejamento tributário das pequenas empresas do setor. “Vamos oferecer ferramentas para que elas possam gerenciar melhor seus tributos, fazendo com que aumentem a lucratividade e reduzam custos, sempre observando a legislação vigente”, explica Sami. O Programa GestãoTributária para Empresas TIC foi lançado nesta quinta-feira (19), em Salvador.

A iniciativa prevê ações como a avaliação da adequação do regime fiscal,

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As grandes companhias brasileiras seguem o modelo completo de contabilidade padronizado pela Lei n° 11.638, de 2007. No entanto, muitas das pequenas e médias empresas (MPEs) ainda não conseguiram se adaptar aos padrões exigidos

Com o advento das normas internacionais, instituída em 2007 no Brasil, a International Financial Reporting Standards (IFRS) acabou mudando a cara da contabilidade no País. De acordo com o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), órgão responsável pela fiscalização dessas regras no Brasil, as instituições de grande porte já estão praticamente todas modernizadas, porém, as pequenas e médias empresas (MPEs) encontram dificuldades em se adaptar à Resolução n° 1.255/09 (NBC T 19.41), que trata exatamente dessa adoção por essas companhias. Os balanços de aproximadamente 6 milhões de MPEs já deveriam estar adaptados, desde 2010.

Atendendo aos apelos das entidades federais que representam a classe contábil e empresarial no Brasil, o CFC criou um grupo de trabalho que es

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CNAE - Considerações importantes

Por Alexandre Levinzon e Marcela Massari

Tendo em vista a utilização cada vez maior da Classificação Nacional das Atividades Econômicas (CNAE) pelos órgãos administrativos, importante se faz a análise desse instrumento, verificando sua constituição e aplicação.

A CNAE é um instrumento de padronização nacional dos códigos de atividade econômica e dos critérios de enquadramento utilizados pelos diversos órgãos da Administração Tributária do país.

A composição da CNAE se dá pela estruturação de cinco níveis hierarquizados, quais sejam, as seções, designadas pelas letras A até U, as divisões, os grupos, as classes e as subclasses (CNAE-Fiscal), que são designadas por números, que conjugados formarão a CNAE. A classificação atual possui 21 seções, 87 divisões, 285 grupos, 672 classes e 1.301 subclasses.

A divisão das seções leva em consideração a homogeneidade do processo produtivo, assim temos o agrupamento das atividades ditas similares, de acordo com a base do processo produtivo. Imedia

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Por Cláudio Roberto Caríssimo

 

Caro profissional,

Sou contador  há mais de 15 anos e sei, como vocês, as vicissitudes, os desafios e o valor desta nossa profissão. Atualmente sou aluno do curso de Mestrado em Ciências Contábeis da UFMG e estou fazendo uma pesquisa para analisar como os profissionais da contabilidade, mais precisamente os responsáveis pelos escritórios contábeis e seus assistentes da área contábil,  estão assimilando as mudanças ao padrão IFRS para as pequenas e médias empresas (IFRS PME). Sua participação é de grande importância para mostrar como a categoria está lidando com este novo padrão e quais são as dificuldades e a realidade percebidas. Através desta pesquisa, poderão ser vislumbradas, inclusive, medidas que visem uma maior divulgação e orientação sobre estas novas normas, se necessário. Esta pesquisa tem caráter anônimo, não sendo necessária a sua identificação.

Para responder às perguntas do questionário, clique sobre o link abaixo ou o copie e cole na janel

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Pequenas e médias empresas mudam o perfil do contabilista

Fatia expressiva do mercado contábil, o setor que abrange as pequenas e médias empresas (PMEs), tem crescido de forma feroz. Sem números específicos o presidente do Conselho Regional de Contabilidade (CRC) Luiz Fernando Nóbrega enaltece a força do segmento. “Com certeza o setor é responsável por grande parte da atuação do setor contábil”, afirma.

Outro papel importante que os PMEs representam para o setor é o perfil de mudança do pequeno e médio empresário. “Hoje notamos que os pequenos e médios são os mais interessados nas mudanças burocráticas e na facilitação do processo contábil”, diz.

Entre cursos e palestras oferecidos pelo CRC, um dos públicos marcantes também tem este perfil. “Eles são interessados em conhecer o setor e entender melhor os caminhos para estar em dias com a questão tributária.”

Entre as microempresas, o executivo lembra que ainda há muito espaço para crescer. “Esse segmento representa um dos maiores empregadores do país e é ainda um tanto quanto carente de uma gestã

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por Renée Pereira

 

As pequenas empresas são as que mais sofrem com a burocracia tributária no Brasil. Os custos para pagar impostos e contribuições têm peso maior comparado às grandes corporações: representam 3,13% do faturamento. As empresas médias desembolsam 1,64% da receita para preparar o pagamento dos tributos e cumprir a legislação. Nas companhias de grande porte, o gasto é de 0,83% do faturamento.

“Uma empresa menor não consegue mais manter equipes internas para contabilidade e encargos trabalhistas”, destaca o diretor-presidente da Escovas Fidalga, Manoel Canosa Miguez. Ele conta que a empresa, que tem quase 60 anos de existência, transferiu para um escritório de contabilidade todas as atividades fiscais e de recursos humanos. “Fica mais barato do que manter uma equipe interna.”

De acordo com o estudo Carga Extra na Indústria Brasileira, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), só o custo de terceirização dos serviços representa custo anual de R$ 1,17 bilhã

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Diante da necessidade de informações sobre as IFRS (International Financial Reporting Standards- Normas Internacionais de Contabilidade) adaptadas para as pequenas e médias empresas, o CRC SP, em uma ação pioneira, lança o Canal IFRS - PMEs, que consiste em uma série de programas que abordam aspectos do tema. A estreia será no dia 22 de setembro de 2011 pela TV CRC SP e o primeiro programa estará no ar no dia 26 de setembro de 2011 e será sobre “Ativo Imobilizado”. 

Os programas que compõem o Canal IFRS - PMEs terão duração de 30 minutos e serão disponibilizados mensalmente na TV CRC SP com orientações e esclarecimentos sobre os pronunciamentos técnicos do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis) aplicáveis às demonstrações contábeis das pequenas e médias empresas do Brasil. Este trabalho visa auxiliar os profissionais, professores, estudantes e empresários, que atuam no universo contábil, financeiro e econômico.

Para o presidente do CRC SP, Domingos Orestes Chiomento, o Canal IFRS -

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Levantamento divulgado pelo Sebrae identificou 456 oportunidades para micro e pequenas empresas de São Paulo

 

A Copa do Mundo de 2014 vai gerar oportunidades para 300 mil micro e pequenas empresas paulistas. Juntas, elas devem movimentar R$ 10 bilhões em negócios até o final do evento. Só na capital, serão 111 mil empresas beneficiadas. A estimativa é de um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgado nesta segunda-feira, 12, pelo Sebrae.
O levantamento identificou 456 oportunidades de negócios para as micro e pequenas empresas em sete segmentos - agronegócio, madeiras e móveis, têxtil e vestuário, turismo, produção associada ao turismo, serviços e tecnologia da informação. O mercado mais promissor, segundo o estudo, é o de tecnologia da informação, onde foram identificadas 80 chances. Em seguida, aparece o agronegócio, com 75 oportunidades, e turismo e produção associada ao turismo que, juntos, somam 139 chances.
Agora, o Sebrae mapeia quais negócios podem dar certo no
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Só 20% das empresas aderiram às normas do IFRS

Para especialista italiano adoção não significa necessariamente imunidade a fraudes

Só 20% das empresas européias adotam novas normas contábeis, o IFRS (International Financial Reporting Standards), afirmou o especialista da área contábil da Universidade de Parma na Itália, Andrea Cilloni em palestra na Trevisan Escola de Negócios. De acordo com o professor, a baixa adesão ao IFRS se deve pelo fato de que na Europa as pequenas e médias, que representam 65% da economia, entendem que não precisam desse enquadramento.

“O padrão internacional deve ser aplicado apenas se o objetivo for reduzir o custo de capital para o investidor, o que se aplica em geral para as grandes empresas de capital aberto; de outra forma, seria apenas um custo desnecessário”, disse.

Influências políticas 

Para Cilloni, o que tem acontecido nos países é uma adaptação das normas internacionais para os princípios locais, e não uma adoção pura e simples. “O único país que

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Campinas - Visando a agilidade nos processos e a redução da sonegação, o governo desenvolveu o projeto Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). Após a total implantação do sistema, o fisco tornará mais rápida a identificação de fraudes tributárias e vai obrigar as pequenas e médias empresas a se adaptarem. A ideia do governo seria concluir a implantação de todo o sistema em 2012, no entanto, isso não deve ocorrer, pois algumas prefeituras e alguns estados ainda estão atrasados na implantação do sistema. Para o presidente da Nova América Contabilidade e Assessoria, com sede em Americana, Aristides Forti, a implantação total do sistema deve estar pronta entre 2013 e 2014. "A partir daí poderá ser feito o que chamamos de rastreamento da carga e assim a sonegação fiscal ficaria marginal", diz.

Um dos objetivos do projeto é a integração dos fiscos (federal, estadual e municipal), com a padronização e compartilhamento das informações contábeis e fiscais. "Percebemos que o governo está

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